Vera

terça-feira, 12 de abril de 2011

Coração partido a forma do amor

Quem perdeu a capacidade amar
Nunca mais terá o coração partido
Abra e esvazie seu coração
Pois não pode ter amor um coração
Que fechado encerra outra emoção...

Quem se acostumou ao amargo
Não consegue sentir o doce
Pois conserva o amargo no âmago
Esqueça o que aprendeu
Para viver e aprender o novo...

Se conheceres a forma de um sentimento esqueça
Busque o disforme, pois o amor não tem forma
Às vezes o que buscamos esta em outra paralela
Pois a forma do amor só pode ser representada
Por um coração partido

Quem tem um mestre terreno
Caminha lado a lado com ele
Quem segue uma idéia preconcebida
Por mais que se declare livre
Não tem liberdade nem se quer ilusão
Sua história e destino cada um escreve
Com as suas próprias mãos...
Imagem: Google 

sábado, 26 de março de 2011

Chuva cai


Chuva cai, caminho só
Andando na chuva
Comecei a chorar

Um amor tão frágil e leve
Como a pétala de uma flor
Eu bem sabia que ia se perder

Fui um tolo! Eu sei...
Me entreguei demais

Chuva cai
Tantas lagrimas chorei
Vou chorar, até quando não sei

Fui um tolo bem sei...
Me entreguei demais...

A chuva diz que não vai parar
Sozinho na chuva
Nem sei quanto chorei

Chuva que cai
Onde anda o meu sonho
Os meus dias de sol
A quem eu só quis amar

Chuva cai
Porque um dia eu sonhei
Vou chorar até quando não sei...

Rain and Tears (Versão)
Imagem Google

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

C’est lá vie




C’est lá Vie (Versão)

É a vida...
Não ha com que se preocupar
Que seja assim como quiser
É a vida...

É a vida...
Para que se preocupar?
Se vou seguir ou não é meu o problema
É a minha vida...

É a vida...
Siga sem se preocupar
Não tema o escuro, “dance”!
É a sua vida...
Musíca: C'est lá vie Emerson, Lake e Palmer
Imagem Google

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Vaya Con Dios...


E mais um ano chega ao seu fim
A vida passa o tempo passa
Tudo passa, tem que ser assim
Seguimos todos nesta "andança"...
Tenham todos um bom Natal,
Boas festas
E um próspero ano novo
Deixo cá meu abraço
 Meu carinho
E minhas lembranças
Sigam com Deus!
Imagem Google

Meus erros!


Tudo se explica até a chuva fria
Na tarde quente e ensolarada
Tantos arcos Iris que não são vistos
Pois passam rápidos passam em branco
Mas o branco só é brilhante
Por causa do azul anil
O branco verdadeiro é opaco...

Tantos segredos todos os porquês...
Se meu coração erra eu devo perdoá-lo
Esteja ele onde estiver amordaçado,
Enlaçado em fita como a folha
Sangrado pela “pena” manchado
Pela duvida, que pena,
Mas a duvida é parte da fé...

Há as duvidas todas, quantas...
Veritas num solilóquio
Como um canto insano
Alguns valores arcaicos
Deturpam fatos, atos
Quem se importa?
Pouco importa

O que importa de fato
São tão somente os meus erros
Todos e também os gramaticais
Os acentos que faltam
As rimas torpes, desiguais
O conteúdo não os suplantam
Peço perdão por meus erros
Eles não se sucederam mais
Deixo então a folha em branco...
Imagem Google