Vera

sábado, 14 de novembro de 2009

Irmão das estrelas e arvores



Imagem Google
A melhor coisa que posso dar
É um sorriso sincero
Procurar sempre
Ouvir mais do que falar
Mas sempre falar a minha verdade
E ouvir as dos outros
Pois todos têm uma história
Saber que nada é impossível
Que nada se consegue num repente
Principalmente quando não depende
Só da gente!
Ninguém é o centro
Mas em algum momento
Podemos ser a roda principal
Pois somos irmãos das estrelas e arvores
O universo vai sempre prosseguir
Mas nos todos um dia iremos passar
Mas continuaremos
A ser sempre parte do universo
Iℓѕσn яσgéяισ
                                                                Como quem nada quer

Chove por cá
A chuva se veio de madrugada
Te falei que ela vinha
Se veio da fronteira
O céu de manhazita tem a cor de chumbo
Mas eu sei que o sol já nasceu
A chuva se veio com ventos
Se chegou num temporal
Despois foi ficando mansa
Intermitente e fria
  Segue molhando
Como quem não quer “nada”!
                                                                                                                   texto e foto: Iℓѕσn яσgéяισ
            Taipas
E a chuva caiu por todo o dia
Quando o vento diminui
Eu saio seguindo as águas
Derrubando as taipas
Derrubava uma aqui
Outra acolá se erguia
Para barrar águas passadas
Mas elas também barram
As águas das chuvas
Que chegam decantadas
Puras cheias de sinceridades
É incrível como erguem taipas                               
Em nome da liberdade!
       texto e foto: Iℓѕσn яσgéяισ

Antigas Medidas


imagem google
Não tenho intenção de viver outra vida,
Mas sim ser parte dela!
Quanto ao eu dar pulos de contentamento
Por ve-la, não preciso
Meu coração faz isso por mim!

O passado é uma roupa que não serve mais
Mas a gente sempre guarda lembranças
Das antigas medidas
E as usamos como parâmetros...

Porem sou único entre pedras...
É o meu afim
Os opostos se atraem!
E fundidos se completam

Palavras nem sempre expressam
O que se quer dizer
Se olhares nos meus olhos
Por certo iras entender!
Iℓѕσn яσgéяισ

domingo, 1 de novembro de 2009

Contradições
Por que diz isso?
Dizes que me odeia
Quando digo que me adora
Odeias o que te faço sentir
Quando te faço tirar
Os pés do chão...
Pensas que finjo quando te falo?
O alfabeto é pitoresco, poético
Pode-se mascarar a imagem com palavras
Intrincar o dito e o não dito no texto
E segue a solitária dança
Entre os véus de um alfabeto morto
Talvez pela lembrança dos ventos antigos
Com medo de sofrer
Mas a imagem...
Contradiz!

Iℓѕσn яσgéяισ 
 imagem Google